
Na verdade, as duas bebidas são idênticas, exceto que champanhe é o espumante fabricado na região da cidade de Champagne, no norte da França. Tudo o que não é feito ali deve ser chamado simplesmente de espumante. Não se trata de uma diferença de qualidade ou algo assim. É apenas uma convenção que procura honrar o local no qual a fabricação sistemática desse tipo de vinho foi criada.
VIA: SEDENTÁRIO
Por muito tempo o espumante foi visto como um erro. Era considerada uma bebida “passada”, pois o gás carbônico gerado pela fermentação exagerada do vinho não agradava ao gosto dos consumidores daquela época. Acontece que no século XVII, durante uma safra problemática, o monge beneditino Pierre Perignon foi chamado pelos vinicultores franceses para achar um modo de impedir que o vinho “estragasse” e virasse espumante.
Ao contrário das expectativas, Dom Perignon, como ficou conhecido mais tarde, ignorou os pedidos e percebeu que a bebida tinha potencial. Sendo assim, em vez de resolver a questão, o monge passou o resto da vida aprimorando a técnica de elaboração do espumante. Seu trabalho foi homenageado pela empresa Moët et Chandon, que batizou um de seus champanhes com o nome Dom Perignon.
Curiosidades de Sobremesa:
1 – Um Dom Perignon 1998 Vintage custa em média 100 dólares, mais ou menos 250 reais.
2 – O champanhe é feito de três castas de uva: chardonnay, pinot noir e pinot meunier.
3 – A norma que nomeia os espumantes da região de Champagne como os únicos que podem ser chamados de champanhe foi feita em 1891.
4 – As bolhas criadas pelos espumantes são chamadas de perlage. Elas são capazes de mostrar a qualidade da bebida. Quanto mais persistentes, melhor o espumante. Porém, só é possível medir a persistência da perlage usando a taça adequada, chamada flute.
Copiado do SEDENTÁRIO
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